Unicórnio e outros bichos: um glossário para entender startups

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O universo das startups traz palavras e expressões que podem deixar boiando quem se aproxima das empresas exponenciais. Seja uma startup nos primeiros passos ou um unicórnio, muitos dos termos aparecem nas conversas empresariais. Listamos algumas das palavras-chave mais comuns para você ser fluente no startupês.

Neste glossário, não pretendemos esgotar os temas, mas apenas dar uma visão bem geral sobre o significado de cada um dos termos. Assim, você estará mais próximo do caminho de ser o fundador do próximo unicórnio. Por que não?

A

Aceleradora: são instituições, governamentais ou não, que oferecem suporte para que as startups cresçam mais rápido. Isso pode envolver a disponibilização de recursos financeiros, mentorias, consultorias, treinamentos, networking e até infraestrutura.

Acqui-hiring: é um modelo de aquisições que soma à expansão de negócios a incorporação dos talentos da empresa adquirida, não se restringindo mais apenas aos produtos e serviços. Tem se mostrado efetivo por poupar custos, tempo e esforços com novas contratações e treinamentos.

Adtech: tratam-se de tecnologias direcionadas para análise e administração de mídias e anúncios digitais. O termo vem da fusão de Advertising (propaganda) com Technology (tecnologia). Surgiu em um contexto de transformação digital em que a eficiência das campanhas digitais começou a ser cada vez mais exigida.

Agile: diz respeito a metodologias alternativas à gestão de projetos tradicionais. A ideia é que os processos se desenvolvam de forma ágil, com uma cultura de muitos testes e ajustes ao longo do processo. Apesar de ter nascido voltada para desenvolvimento de software, pode ser adaptada para qualquer tipo de projeto.

Anjo: são investidores que apostam nas ideias ainda muito incipientes, que muitas vezes nem se concretizaram em negócios ainda. É uma estratégia de aplicação financeira de alto risco, mas com um potencial de retorno gigantesco se a aposta se confirmar positiva.

Aporte: é qualquer investimento ou apoio dado às startups, de capital à mentoria.

B

B2B, B2C: refere-se a quem compra daquela empresa. As B2B são empresas que vendem para empresas (Business to Business) e as B2C (Business to Consumer) vendem para pessoas.

Benchmarking: é o processo de se comparar com o resto do mercado. Serve para identificar casos que podem servir de exemplo e levantar os diferenciais competitivos da sua própria empresa e entender o estágio de maturação do mercado em que se vai ingressar.

Big Techs: As gigantes da tecnologia, como Google, Amazon, Facebook.

Bootstrapping: trata-se de uma situação na qual o empreendedor tira do próprio bolso o capital necessário para financiar seu projeto. Remete a algo como levantar-se segurando as alças da bota.

Break-even: importante para indicar quando a startup vai começar a dar lucro, o ponto de equilíbrio indica o momento em que as receitas e despesas correspondem ao mesmo valor.

Burn Rate: diz respeito a sustentabilidade do negócio, indica quanto tempo a empresa pode sobreviver com os recursos que tem em caixa. É o indicador que demonstra a velocidade da queima dos investimento recebidos.

Business Model Canvas: modelo muito utilizado na etapa de criação da empresa, é um painel que se propõe a reunir de forma objetiva as fases necessárias de uma ideia de negócio, facilitando o planejamento do negócios inovadores.

Business Plan: é um documento que deve descrever detalhadamente a ideia do negócio, com pontos como objetivos, recursos, plano financeiro e por aí vai. Investidores ou outros tipos de aportes costumam considerar este material essencial para compreender o negócio.

C

C-level: corpo diretivo da empresa, aquelas pessoas que têm cargos de chiefs e são identificadas pelo “C” que antecede o nome do cargo. Por exemplo: CEO (Chief Executive Officer / Presidente), CFO (Chief Financial Officer / Diretor Financeiro), CMO (Chief Marketing Office / Diretor de Marketing).

Cap Table: tabela que reúne todos os acionistas de uma empresa. É uma ferramenta importante para organização da participação de cada sócio e investidor. O termo vem de capitalization table, tabela de capitalização. 

Cloud computing: método tecnológico que usa dados, softwares e até processamento em servidores externos, “na nuvem”, economizando assim em infraestrutura e tempo.

Core Business: é o negócio principal da empresa, pode estar relacionado com o propósito, por ter ligação com a razão principal do negócio existir.

Coworking: são escritórios compartilhados entre empresas e profissionais diversos com o objetivo de compartilhar custos, trocar experiências e interagir com outros empreendedores.

CRM: a sigla quer dizer Customer Relationship Management. Trata-se de sistemas que ajudam na organização e gerenciamento do relacionamento com os clientes.

Crowdfunding: é um financiamento coletivo, uma forma de levantar recursos para um projeto que, em sua maioria, acaba tendo como seus contribuintes pessoas físicas que acreditam na ideia do negócio. Um jeito tecnológico de fazer os antigos livros de ouro ou vaquinhas.

Customer Development: trata-se da cultura de que a validação de uma ideia deve ser feita pelos consumidores o quanto antes, ajustando ao longo do próprio processo.

D

Deal breaker: diz respeito a um fator impeditivo no andamento de uma negociação.

Deal maker: negociador que facilita o diálogo e o acordo entre partes.

Decacórnio: é o nome que levam as startups que valem US$ 10 bilhões ou mais. Um unicórnio que cresceu e ficou dez vezes maior.

Demo day: evento no qual os empreendedores apresentam suas ideias em busca de investimentos.

Design Thinking: é uma metodologia usada para desenvolver projetos colocando o usuário no centro, também é usada para entender problemas e construir soluções.

Drag along: cláusula de contrato que determina que acionistas minoritários vendam suas respectivas participações caso os majoritários o façam.

Due diligence: auditoria nos setores críticos da empresa, para verificar irregularidades na startups e aderência ao business plan.

E

e-Commerce: são lojas em meio digital, que permitem as transações comerciais eletrônicas, em plataformas que podem ser por computadores ou nos celulares e demais dispositivos móveis.

Early Stage: são, normalmente, os três primeiros anos de uma nova empresa, considerados o estágio inicial do negócio.

Ecossistema: apesar do jargão ser de biologia, o termo passou a ser utilizado para representar a comunidade com suas interações entre empresas, indivíduos e até governo para criação de valor.

Edutech: são as empresas de tecnologia com produtos e serviços voltados a potencializar a aprendizagem. Pode ser relacionada também a empresas que fazem uso dessa prerrogativa e a disponibilizam no mercado.

Empreendedorismo Social: trata-se de empreendimentos que, com ou sem lucros, tenham como objetivo central gerar um resultado benéfico para a comunidade.

Escalabilidade: é uma característica que ajuda a conceituar startups. Trata-se da capacidade de crescer com uma velocidade grande, mas sem perder a capacidade de entrega. Mais comum para produtos digitais.

Equity: o valor dos ativos da empresa, de seu patrimônio, e consequentemente a base para calcular quanto cada sócio ou investidor recebe.

Exit: é o momento no qual um sócio ou investidor deixa de ter relação com a empresa, vendendo sua participação.

Exponencial: diz respeito ao fator de crescimento de um negócio, com crescimento exponencial, diferentemente de empresas que tenham seu crescimento linear. Uma das grandes metas é tornar-se um unicórnio, com valuation de mais de U$ 1 bilhão.

F

Family, Friends and Fools – 3F’s: Financiamento inicial de empresas conseguidos com família, amigos e tolos (ou idealistas), aqueles que devem ser acionados para o negócio começar.

Fintech: são empresas do setor financeiro que fazem uso ostensivo da tecnologia e têm ferramentas digitais na base do seu negócio.

Founder: é o criador ou idealizador de um negócio. Quando são diversos, são co-founders.

Franchising: trata-se da criação de franquias, a replicação de negócios.

Funil de vendas: método muito utilizado no marketing digital para identificar o estágio de maturidade que o potencial cliente, ou lead, está de adquirir um produto ou serviço que sua empresa forneça.

G

Google analytics: ferramenta do Google que relata as visitas ocorridas em um site e em campanhas de marketing na internet. É fundamental para qualquer empresa que atue no marketing digital.

Growth Hacking: é uma metodologia que integra diversas áreas com foco em buscar atalhos para fazer o negócio crescer o mais rapidamente possível. Com uma cultura forte de testes, encontra caminhos para a empresa escalar.

Growth capital: é um investimento para alavancar a empresa, o crescimento da startup, uma vez que ela já tenha se provado viável.

H

Hackathon: eventos competitivos com o propósito de trabalhar em soluções em grupos durante um curto espaço de tempo.

Hardskills: habilidades duras, técnicas, aquelas que normalmente são associadas a cursos e formação profissional tradicional, como graduação, domínio de uma metodologia. É o que a maioria das pessoas coloca em seus currículos.

Healthtechs: são empresas focadas no setor de saúde com base tecnológica.

Hub: pode ser de vários tipos, de inovação, negócios e até tecnologia, são espaços concentradores, que incentivam a fomentação de ideias e o networking. Congrega empresas, aceleradoras, incubadoras e outros entres do ecossistema. 

Hurdle rate: ligado à atratividade do projeto, é a taxa mínima de retorno de um investimento para que ele possa ser considerado como viável do ponto de vista financeiro.

I

Incubadora: parte do ecossistema, são redes de apoio ao desenvolvimento das startups. Semelhantes às aceleradoras, pode estar dentro de uma grande empresa tradicional ou pertencer às esferas acadêmica e governamental. Abrigam as startups iniciantes e as ajudam, com infraestrutura e conhecimento, a escalar.

Inbound Marketing: estratégia de marketing de atração, que educa o cliente para que ele venha, espontaneamente, adquirir os produtos ou serviços de uma empresa usando sobretudo o conteúdo relevante.

Intraempreendedorismo: é o ato de ter uma postura com atitude empreendedora dentro de uma organização mesmo não fazendo parte do quadro societário.

IPO: sigla para Initial Public Offer (Oferta Pública Primária), trata-se da abertura de capital de um negócio, que é o momento quando as ações de uma empresa são ofertadas nas bolsas de valores.

J

Job Description: descrição de uma vaga com suas atribuições, tarefas e pré-requisitos.

Join Venture / JV: empresa que surge da união de duas ou mais companhias pré-existentes. Não se trata de uma fusão, mas de uma criação de uma nova marca para operar em algum mercado específico onde as empresas queiram unir forças.

K

KPI: indicador chave de desempenho. A sigla, literalmente Key Performance Indicador, é usada para designar metas e medir a performance dos processos das empresas.

L

Landing Page: usada frequentemente em uma das etapas de estratégias de marketing digital para captar potenciais clientes. É uma página simples na internet, com as informações básicas sobre o produto ou serviço, voltada para a captação de de dados. 

Lawtech / Legaltech: empresas do segmento legal e do Direito que tenham base tecnológica em seus produtos e serviços.

Lead: um lead de venda é um contato, um potencial cliente. Alguém que possa ser trabalhado pela equipe de vendas para que seus produtos ou serviços sejam ofertados.

Lean Startup: é um conceito apresentado no livro de mesmo nome (“A Startup Enxuta”, de Eric Ries”) voltado para a melhor gestão dos recursos disponíveis. Destina-se à criação de uma startup com um alto nível de eficiência e eliminação máxima de desperdícios.

LGPD: Lei Geral de Proteção de Dados, norma que regulamenta a coleta e o uso de informações no Brasil.

Love money: são os recursos financeiros oriundos de fontes mais íntimas como cônjuges, familiares e amigos.

M

m-Commerce: o Mobile Commerce é o e-Commerce em plataformas móveis.

M&A: o correspondente de Mergers and Acquisitions no português seria algo como “Fusões e Aquisições”. São os negócios envolvendo compra e venda de empresas, incorporação ou cisão delas.

Market fit: é a adequação do produto, o ajuste dele, a afinidade ao mercado que ele se propõe atender.

Market place: plataforma guarda-chuva que permite que outras empresas tenham lojas virtuais. Assemelham-se a um shopping center digital.

Marketing digital: são estratégias de comunicação on-line que conseguem entregar conteúdo de forma muito mais personalizada, com valores mais acessíveis que as ferramentas de marketing tradicional.

MarTech: startups que desenvolvem soluções para facilitar o trabalho dos profissionais e empresas de marketing.

Meetup: encontros para debates e networking realizados para aquecer o ecossistema empreendedor.

Mentor: profissional com mais experiência em empreender de te orientar para tomar as melhores decisões e te emprestar sua experiência para que você possa aplicá-la no crescimento da empresa.

Métricas: são os números e dados usados para mensurar os resultados da startup.

Mockup / Protótipo: parte da cultura de testes prevê a necessidade de que os produtos os serviços possam ser experimentados e manuseados. Os protótipos, nas startups, é menos elaborado do que os protótipos de empresas grandes como as do setor automotivo que são muito próximos da versão final.

MVP (Minimum Viable Product): é a versão mínima de um produto ou serviço que é inserido no mercado para testar sua eficiência, aceitação, usabilidade, dentre outras validações. Não é um protótipo. É um produto que vai ao mercado.

N

NDA: é a sigla do termo em inglês para Non Disclosure Agreement, relacionado ao termo de confidencialidade assinado entre investidores e empresas, que não permite a divulgação dos detalhes do negócio.

Networking: é a rede de relacionamentos com pessoas que permitam trocas e oportunidades de negócios, sejam mentores, fornecedores, profissionais, clientes…

Newsletter: estratégia de marketing digital que envolve a circulação de boletins informativos com conteúdo relacionado à sua marca.

North Star Metric: a métrica que é o principal alvo de uma empresa, sua estrela-guia.

O

Open Innovation: programas de inovação aberta direcionados à aquisição estratégica ou parceria externa para desenvolvimento de produtos e serviços.

Open Source: código aberto, termo relacionado aos softwares que permitem a manipulação do seu código fonte.

Outbound marketing: estratégia de marketing voltada às propagandas que fazem interrupção num movimento da marca para o consumidor. Muito comum nas grandes mídias, pode também ser uma estratégia de marketing digital, com anúncios.

Outsourcing: também conhecido como terceirização, é o modelo no qual uma empresa contrata outra para execução de atividades específicas.

P

P2P: Negócios Peer to Peer (Par a Par) em que consumidores negociam com outros usando uma plataforma. Também podem ser chamados de C2C.

Patente: é o título de propriedade de uma invenção. Tem o propósito de garantir a propriedade intelectual. No Brasil, é feito pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual que também cuida do registro de marcas.

Persona: personagem fictício ou não que representa o perfil principal do cliente que um negócio quer atingir.

Pitch: apresentação do seu negócio de forma persuasiva e resumida na prospecção de investidores. O elevator pitch é essa apresentação altamente sucinta. Seu principal objetivo é despertar interesse e comprar mais tempo, ou seja, conquistar uma reunião ou gerar curiosidade sobre seu negócio.

Pivot / Pivotar: o termo diz respeito à uma mudança brusca sobre o modelo de negócio. Acontece especialmente quando o empreendedor percebe que há uma oportunidade maior fazendo essa revolução ou, ao contrário, quando nota que o nicho atual não está dando resultado.

Product Market Fit: é a afinidade do seu produto ao mercado.

R

Rodada de investimentos: são séries com um ou mais fundos que podem fazer um aporte na empresa.

ROI: retorno sobre investimento é, para a maioria dos empreendedores de sucesso, a métrica central do negócio para medir sua evolução. Abarca a relação entre o que foi investido e o faturamento obtido, desde uma expansão do negócio em si até uma estratégia de campanha. 

Royalties: é a remuneração que o usuário entrega ao proprietário da marca, patente ou ao franqueador pela sua utilização.

S

SaaS: Software as a Service, ou seja, a contratação de programas por seu uso e não como um produto de prateleiras, normalmente, feita através de uma assinatura ou taxa de utilização. É um modelo de computação que permite o acesso de aplicações e serviços independente da plataforma, precisando apenas estar conectado à nuvem.

Scale Up: é o nome da próxima fase de uma startup, quando ela já se desenvolveu e validou sua solução e modelo de negócio e ingressa para etapa da expansão.

SDR: mais conhecido no Brasil como profissional de pré-vendas, um Sales Development Representative é o responsável pela prospecção, por entender o lead.

Seed money: investimento semente, é o dinheiro investido no estágio inicial da empresa até que ela consiga gerar lucro.

SEM (Search Engine Marketing): estratégia de usar anúncios otimizados para as ferramentas de busca.

SEO (Search Engine Optimization): padrão criado pelo Google para otimizar um texto e melhorar a posição nas ferramentas de buscas.

Share holder: trata-se dos acionistas e dos investidores da empresa, aquelas partes que têm participação no capital.

Spin-off: processo de nascimento de um negócio derivado de outro já existente.

Stakeholders: são todas as partes interessadas, envolvidas direta ou indiretamente, em um projeto ou negócio, o governo, funcionários, até os clientes.

Startup: são empresas de base tecnológica em estágios iniciais com modelos de negócio repetíveis e escaláveis com uma cultura fortemente voltada para a experimentação.

T

Tag alone: mecanismo no acordo de sócios que serve para proteger acionistas minoritários em caso de venda do controle da empresa, permitindo que eles vendam suas participações prioritariamente.

Techfin: são empresas de tecnologia e dados, semelhantes às fintechs, mas que oferecem serviços financeiros personalizados.

Term Sheet: é um contrato para formalizar as condições entre investidores e empreendedores ao longo de suas negociações.

Teste A/B: ferramenta na qual se cria duas ou mais versões de um produto, serviço ou anúncio, com apenas uma variante, para entender qual delas é melhor aceita pelos clientes.

Tração: fala-se que a startup pegou tração quando começa o movimento de escalar.

U

Unicórnio: são as startups avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais. O termo mitológico se dá pela ideia de que um feito desse seria tão raro e mágico quanto um unicórnio. O Brasil tem diversos unicórnios e alguns decacórnios, especialmente entre as fintechs.

V

Venture capital: é o investimento com retorno incerto, um capital de risco. As grandes empresas de VC são investidores frequentes em startups.

Valuation: método para estimar o valor de uma empresa, normalmente voltado para a recomendação ou não de uma aquisição, por exemplo. Também usado para determinar qual o percentual que um investidor recebe da empresa pelo capital que será aportado.

Validação: é o método para verificar se o novo modelo de negócio ou o que quer que esteja sendo testado tem potencial para ser lançado.

W

Webinar: é uma conferência digital, uma espécie de palestra que o conteúdo é transmitido por vídeo e as interações se dão, normalmente, via chat.

 

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